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  12/11/2019 | 11h38     Atualizado em 12/11/2019 | 11h39

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Moro confirma a governador início de obras de presídio federal no RS em 2020

Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini
Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini

Em reunião com o governador Eduardo Leite nesta segunda-feira (11/11), em Brasília, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, confirmou que a construção do primeiro presídio federal do Rio Grande do Sul começará em 2020. Com a instalação de uma penitenciária de segurança máxima, o Estado terá um aporte financeiro maior por parte da União para investimentos em outras unidades prisionais, além de auxílio para capacitação de agentes penitenciários.

 

Leite comemorou a notícia, que vem de encontro com um dos quatro eixos que sustentam o RS Seguro, o de revitalização do sistema prisional gaúcho ? completam a lista combate à criminalidade, políticas sociais preventivas e melhoria do atendimento ao cidadão.

 

Um total de R$ 2 milhões já está assegurado no Orçamento da União de 2020 para dar início às obras da futura Penitenciária Federal de Charqueadas, na Região Metropolitana, anunciou Moro à comitiva gaúcha, formada, ainda, pelo vice-governador e secretário da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior, pelos secretários de Administração Penitenciária, Cesar Faccioli, e de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, pelo procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, e pela chefe da Polícia Civil, Nadine Anflor.

 

A previsão do governo federal é aportar R$ 14,3 milhões nos três anos subsequentes, concluindo a obra em 2023 com um investimento total de R$ 45 milhões.

 

A expectativa é de que a licitação do projeto ? que ficará a cargo do Ministério da Justiça e Segurança Pública ? seja iniciada no segundo semestre do ano que vem, com tempo hábil para iniciar as obras de fundação do presídio.

 

Além da criação de novas vagas no sistema penitenciário gaúcho, o governador comemorou outras ações em cooperação com o Ministério da Justiça, como a formação e capacitação de agentes penitenciários no RS, além de recursos financeiros.

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