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Juventude   13/04/2021 | 14h23     Atualizado em 13/04/2021 | 15h46

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"Conversamos calmamente com Marquinhos. Ele sabe que está sendo cobrado", afirma Pioner

Clube deve anunciar a liberação de alguns atletas

Imagem: Reprodução/TV Juventude
Imagem: Reprodução/TV Juventude

  O vice de futebol do Juventude, Osvaldo Pioner, concedeu entrevista ao programa Lance Esportivo, da Bitcom TV, nesta terça-feira. O dirigente esclareceu diversos pontos após a eliminação na Copa do Brasil para o Vila Nova nos pênaltis. 

   

   Quanto à pressão em cima do técnico Marquinhos Santos, Pioner disse que houve uma conversa com o profissional e ele tem ciência da cobrança em cima do seu trabalho. O treinador comandou o treino junto com os demais atletas na segunda-feira após a reapresentação do elenco. Contudo, Pioner pontuou que o time precisa apresentar um fato novo contra o Esportivo. 

 

  "Isso a gente conversou calmamente com Marquinhos. Ele sabe que está sendo cobrado. Estamos entendendo que foram muitos jogos na sequência.  Agora nós temos uma semana e temos que ter um fato novo para o jogo para o Esportivo. O fato novo não é necessariamente na escalação, pode ser também, mas tem que apresentar algo a mais", cobrou.   

 

  Sobre os dois últimos jogos que restam no Campeonato Gaúcho, o vice de futebol declarou ser obrigação do elenco pontuar. O verdão ainda tem possibilidade de se classificar, mas depende também de resultados paralelos. A direção projeta, no mínimo, quatro pontos dos seis em disputa. 

 

  Quanto aos reforços para o Brasileirão da Série A, o dirigente frisou que até cinco novos jogadores podem ser contratados. Do atual elenco, alguns tem contrato apenas para o Gauchão e a direção deve começar a comunicá-los sobre o seu futuro nesta semana. Pioner também falou que o Juventude não tem poder de fogo para brigar por jogadores com salários de 200 mil reais.

  

Confira as falas de Pioner e os principais pontos da entrevista:

 

PÓS ELIMINAÇÃO 

 

"Na minha entrevista talvez eu tenha me excedido ou estava um pouco nervoso. Posso ter transparecido algumas coisas que não era o que deveria ser dito. Ao término do jogo eu fiquei muito indignado por várias coisas. Primeiro, que eu acho que produzimos muito abaixo, principalmente nos segundo tempo. Pelo grupo que colocamos, nós exigimos jogar bem mais que no segundo tempo. Não podemos pegar um Vila, que subiu agora para Série B e tomar um sufoco sem criar nada. Somado a isso, imaginamos que era possível passar. Esse R$ 1,7 milhão estávamos contando para o futebol. Quando me escapou esse valor veio por terra várias contratações. Estamos avaliando do nosso roupeiro até o vice de futebol", declarou.

 

MARQUINHOS SEGUE 

 

"Isso a gente conversou calmamente com Marquinhos. Ele sabe que está sendo cobrado. Estamos entendendo que foram muitos jogos na sequência.  Agora nós temos uma semana e temos que ter um fato novo para o jogo para o Esportivo. O fato novo não é necessariamente na escalação, pode ser também, mas tem que apresentar algo a mais", cobrou.  

 

CHICO E A DISPUTA COM OUTROS CLUBES 

 

"Esse aspecto do sigilo é uma coisa que eu quero agradecer à imprensa por entender isso. O Juventude quando vaza alguma informação é um alerta (para outros clubes). Perdemos vários jogadores assim, perdemos para o Vasco, Chapecoense, Cuiabá. O nosso poder de fogo no lado financeiro é baixo. O Chico tinha 4 propostas na mesa. Ele tem uma cultura à frente. Ele é um cara que estudou com quem estava negociando, se o clube é pagador, ele avaliou várias coisas, como até o deslocamento até o treino, o estádio. Ele aceitou a nossa proposta não sendo a mais vantajosa financeiramente", afirmou. 

 

MAIS REFORÇOS

 

"Sobre o número de contratações, vai depender do ajuste que vamos fazer (no elenco). Como já veio dois ou três, imagino que temos que trazer três ou até cinco. Vai depender da facilidade que vamos encontrar esses atletas e dentro dos valores que podemos cumprir", comentou.

 

PODER DE FOGO FINANCEIRO 

 

"Nós não temos aquele poder de fogo. O torcedor pode dizer para aumentar a régua e trazer um atleta confirmado na Série A. É impossível, esquece, esse atleta confirmado é 250, 300 mil. Não vamos trazer ninguém desse valor. Nós não vamos endividar o clube", pontuou.

 

CONTRATO DE JOGADORES E POSSÍVEIS SAÍDAS

 

"Temos isso pronto. Tem três ou quatro que tem contrato terminando agora. Vamos falar com eles a partir de amanhã e dizer o que está se pensando sobre o final do contrato. Outros que têm contratos mais longo, vamos conversar com eles e oferecer uma possibilidade de encaminhar para outro clube. São detalhes que temos que tomar cuidado por respeito ao ser humano e atleta", frisou. 

 

OBRIGAÇÃO DE PONTUAR NO GAUCHÃO

 

"Esse grupo que está formado, ele tem obrigação, não vou dizer de classificar agora, mas tem a obrigação de pontuar nesses dois jogos. Não vou dizer obrigação de duas vitórias, mas nós precisamos fazer, no mínimo, quatro pontos. Essa obrigação está com eles, tem que render mais e apresentar mais", contou. 

 

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